O vento que toca a tua face, que leva a tristeza do teu olhar. Busca em ti o brilho da lua plena. Jamais te olhará como eu te olho. Jamais sentira o calor do teu coração, onde ecoam os rios do amor. Carece o pensar da razão, se temente dispensa a lógica do entardecer, e de joelhos te estende a mão, procurando a ti pertencer. É vento gelado que corre, jazendo a teu lado inerte. A teus pés esse frio morre, sabendo que não te merece. Imagem de Topo: Pixabay.pt
Aqui estou sem que me peças,
pronto para te abrigar o rosto da chuva,
para te dar a mão quanto te tentas erguer,
para limpar as lágrimas dos teus olhos,
para te contar sempre a verdade mesmo que magoe,
mostrando-te as estrelas no céu à noite
e acordando-te ao amanhacer.
Porque és a vida ao despertar.
Perfeita no meu entender.
Passo a passo no infinito faz ecoar,
fruto de um mais querer, de um tudo.
um sentimento reencarnado,
num coração devoluto,
que vieste preencher.
Imagem de Topo: Pixabay.pt


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