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O vento que te toca

O vento que toca a tua face, que leva a tristeza do teu olhar. Busca em ti o brilho da lua plena. Jamais te olhará como eu te olho. Jamais sentira o calor do teu coração, onde ecoam os rios do amor. Carece o pensar da razão, se temente dispensa a lógica do entardecer, e de joelhos te estende a mão, procurando a ti pertencer. É vento gelado que corre, jazendo a teu lado inerte. A teus pés esse frio morre, sabendo que não te merece. Imagem de Topo:  Pixabay.pt

Construindo um Futuro Sustentável: Desafios e Soluções para Preservar o Meio Ambiente

Construindo um Futuro Sustentável: Desafios e Soluções para Preservar o Meio Ambiente

Um dos grandes temas atuais, é inevitavelmente com grande tristeza para todos nós, pela forma como temos vindo a adiar esta questão, empurrando com a barriga um assunto que representa o futuro da própria existência da vida no nosso planeta, o Meio Ambiente e a forma como poderemos alterar o caminho que atualmente trilhamos e a incapacidade e falta de vontade real em adotar soluções que nos conduzam a uma boa parceria com a natureza. Como podemos de uma forma sustentável, alterar as condições presentes do nosso meio ambiente e construir uma estrutura que permita uma interação saudável entre Homem e Natureza. Enquanto uns parecem não reconhecer sequer a existência desta questão, seja por motivos económicos e políticos, outros reconhecem, mas pouco ou nada adiantam por se verem sós numa luta que deve ser de todos e que poucos a tencionam travar. As cimeiras e conferências entre os países parecem surtir um efeito de proximidade, mas em termos de resultados e ações perante o que se torna necessário poucos ou nenhum resultado têm obtido. Então como poderemos ultrapassar esta dormência que nos afeta e adia ano após ano a adoção de medidas cruciais e essenciais? Cimeiras, Conferências, Dias de comemoração, Eventos, quanto mais é necessário para que o ser humano entenda que é uma questão de vida ou morte para a sua continuidade, para o seu futuro, para o futuro de todos nós e dos nossos descendentes? Por quanto mais tempo, o dinheiro terá a última palavra, em vez do bom senso e capacidade de raciocinar? Os problemas não são desconhecidos, nem são uma miragem para todos os que vivem neste planeta, diariamente somos alertados pelos media, mas os alertas parecem ser mais um prenúncio do inevitável, do que o alerta para travarmos a forma como nos comportamos e tratamos os recursos existentes (e os não existentes). Brincamos hoje, choraremos amanhã. Todas as cimeiras e conferências são mostradas como tendo um resultado positivo na proximidade dos países para caminharem lado a lado, na luta contra as alterações climáticas, contudo o resultado efetivo é sempre igual e trás o “sabor a nada”, porque cada vez mais nos atolamos num problema cada vez maior e resultados inexistentes. A atual parceria dos países é como um gigantesco condomínio, onde vizinhos se comprometem a pagar o que devem, mas no final do ano o saldo é feito sempre com os mesmos dividendos. Os resultados não aparecem do ar, e a vontade somente não chega, sendo que esta deve continuar com a mesma vitalidade e empenho que existe dentro do recinto e momento de decisões também no exterior. Entre o compromisso de diminuir as emissões de Metano até 2030, Fomentar e investir nos recursos naturais, tais como a energia solar, o deixar a exploração de petróleo, recurso até agora fundamental devido à diversidade de áreas da indústria que usam os seus derivados, com os combustíveis, petroquímicos e plásticos no topo da lista destes. Embora reconheçamos a importância do Petróleo na vida do ser humano, sabemos que para obter resultados, teremos de deixar de optar por recursos naturais como a energia solar e eólica e barragens. Aguardamos todos que a COP28 tenha trazido resultados efetivos e sólidos para o bem de todos nós. Vimos mundialmente a falar sobre o meio ambiente desde 1972 na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, ocorrida na Suécia em Estocolmo, mas continuamos muito longe ainda de qualquer solução. Sabemos que não é fácil, mas sabemos que tem de ser feito. Abaixo deixamos a lista de questões de necessidade de soluções para estas: Desafio: Mudanças Climáticas Solução: Adoção de Energias Renováveis Solução: Reflorestamento e Conservação de Ecossistemas Desafio: Poluição Ambiental Solução: Promoção da Reciclagem e Redução de Resíduos Solução: Incentivo a Alternativas Sustentáveis de Produção Desafio: Escassez de Recursos Naturais Solução: Práticas Sustentáveis na Agricultura Solução: Uso Eficiente da Água e Energia Desafio: Perda de Biodiversidade Solução: Criação de Reservas Naturais e Parques Solução: Apoio à Pesquisa e Conservação de Espécies Ameaçadas Desafio: Urbanização Descontrolada Solução: Planejamento Urbano Sustentável Solução: Promoção de Transporte Público e Mobilidade Verde Desafio: Conscientização e Educação Ambiental Solução: Campanhas Educativas e Programas Escolares Solução: Engajamento Comunitário em Projetos Ambientais Desafio: Exploração Desenfreada de Recursos Naturais Solução: Regulamentação e Fiscalização Ambiental Solução: Incentivo a Práticas de Extração Sustentávei Desafio: Impacto dos Resíduos Plásticos Solução: Alternativas Biodegradáveis e Compostáveis Solução: Campanhas de Conscientização sobre o Uso Responsável do Plástico Desafio: Desigualdade no Acesso aos Recursos Naturais Solução: Promoção da Justiça Ambiental Solução: Inclusão Social em Projetos Sustentáveis Desafio: Gestão Sustentável dos Oceanos Solução: Combate à Pesca Ilegal e Destrutiva Solução: Conservação de Ecossistemas Marinhos e Recifes de Coral. A quantidade de desafios que temos pela frente é gigante e requer resiliência e visão, com a junção de académicos, decisores políticos e da comunidade mundial, para salvarmos o planeta, e por inerência, salvarmo-nos a nós próprios. O planeta continuará muito depois da nossa extinção, com ou sem vida, efetuará a sua revolução á volta do Sol e a Lua continuará atraída pela gravidade da terra, no entanto o ser humano é finito e perecível, e toda a sua evolução e curiosidade e história serão como se nunca tivéssemos existido. Todos os nascimento, e mortes, toda a dor e alegria, todas as conquistas e derrotas, deixarão de ter importância porque não haverá ninguém para as contemplar. Certos que o último descendente dos humanos nos culpará pela nossa própria estupidez ao assumirmos que seriamos eternos, e que o amanhã, o derradeiro amanhã nunca chegaria.


Imagem de Topo: pixabay.pt

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